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Depoimentos


Depoimento de Rosimeire Alvarenga


sábado, 26 de junho de 2010


depois

Depois da cirurgia

Meu nome é Rosimeire Alvarenga, tenho 45 anos, 1.67 de altura. Tenho 1 ano e 6 meses de operada e eliminei 42.800 kg (pesava 98.800kgs) e atualmente meu peso é 56.00kgs.

Bem, até eu chegar ao meu objetivo, passei por uma fase bem difícil na minha vida, pois eu nao aceitava o meu peso. Sempre fui magra… eu já não me olhava mais no espelho, pois eu me achava feia, gorda, sem ânimo, etc…
Como minhas amigas já citaram em seus depoimentos; o gordo é rotulado com vários adjetivos, e eu, nao fui nenhuma excessão (infelizmente).

Antes de procurar uma saída para o meu problema, (gastroplastia) fui a vários endocrinologistas, procurando a “fórmula milagrosa” que iria resolver meu problema (assim pensava eu), mas, engordava tudo novamente e meu desespero aumentava…

Em Março de 2007, meu filho foi operado de apendicite por Dr. João Ettinger, que após a cirurgia, me entregou seu cartão, caso Renan precisasse de alguma coisa. Cheguei em casa e não contive a alegria em ler no cartão: “cirurgia da obesidade”. Levei 01 ano com esse cartão em minhas mãos… Em 30 de março de 2008 eu tomei minha decisão e enviei um e-mail para Dr. João falando tudo que eu tinha:  hérnia discal,espondilose na cervical, peso elevado, colesterol alto, etc. ..e ele me pediu que eu fosse na Bahia Gastro Center, para que ele pudesse fazer uma avaliação e marcou para o dia 1° de Abril.

Compareci à consulta e logo em seguida, ele me encaminhou para equipe multidisciplinar para que eu começasse com processo  pré operatórios. Cito aqui, que é fundamental passarmos por essa equipe (nutricionista, psicóloga, terapeuta, etc…) tanto antes, como pós cirurgia pois é necessário termos essa consciência, para que nosso sucesso em relação a cirurgia seja garantido. Hoje eu posso dizer que minha cirurgia foi um sucesso. Antes eu tinha a maior dificuldade ao entrar numa loja e achar meu manequim (50 a 52).Sempre saía arrasada,por não encontrar o tamanho ideal p/mim. Hoje eu entro na loja que quero, pois o meu manequim passou a ser 36 ou 38. Hoje faço do meu sonho ,uma realidade! Se antes eu  recusava me olhar no espelho, hoje me olho muitas vezes ao dia e me sinto feliz. Hoje eu posso fazer tudo que sempre quis. Hoje eu posso tudo!Acabaram as crises de choro,ansiedade,enfim,tudo que me fazia mal….hoje sou uma pessoa mais ativa,alegre super de bem com a vida!!!

Tenho consciência que é preciso me cuidar, tomar todas as vitaminas, fazer atividade física, fazer sempre uma visitinha ao Dr João..rsrs…(p/saber se tudo está realmente bem comigo)etc. pois como foi dito pelo Dr. João: “ a cirurgia não é a solução com a balança, e sim, a ajuda que nos é oferecida”… Depois da cirurgia, cabe a nós, a responsabilidade e o esforço para mantermos o peso que conquistamos. A luta ainda continua…

Obrigada Dr. João, por ter me trazido de volta a vida!P/sempre irei me lembrar de ti,em um dos  momentos mais  importantes de minha vida….Você e sua equipe me fizeram renascer…hoje sou uma pessoa muito mais feliz!
Obrigada Priscilla, Patrícia, sempre tão cuidadosas com o nosso bem estar.

Às meninas da recepção, sempre tão atenciosas e também a Cristina, uma pessoa que aprendi a admirar, pela forma como trata todos que pela Bahia Gastro passam, sem fazer diferença com qualquer classe social a que pertençam.

Meu muito obrigado e que Deus os abençoe hoje e sempre.

Com carinho:Rosimeire Alvarenga.


Depoimento de Ilmara Cecília


domingo, 25 de outubro de 2009


IlmaraCecilia

Me chamo Ilmara Cecília, tenho 21 anos e algumas histórias pra contar dessa minha vida que esta só começando.

Bom, desde que tenho consciência do que é ser gente, que enfrento o problema de excesso de peso. Sempre a gordinha da família que mais comia nas ceias de natal, nos aniversários e qualquer lugar, a que levava a culpa quando sumia algum chocolate.

Sofri muito na infância com apelidos cruéis, alguns deles vindo de pessoas muito próximas, que me apelidavam com termos que nem valem a pena citar.

Na escola, eu era a gordinha engraçada. Esse era meu jeito de estar inclusa no “meio”, um jeito de estar entre as pessoas “normais”. Foi aonde também adquiri boa parte dos traumas que carreguei até pouco tempo na minha vida.

Na adolescência não passei por algumas experiências comuns a todos os jovens da idade, por rejeição, por preconceitos próprios e sem dúvidas preconceitos externos também, sem hipocrisias, pessoas obesas não são bem vistas pela sociedade. Não existe lugar nela para obesos.

Quando criança, sentia fortes dores no joelho, por conta do excesso de peso. Passei algumas noites de minha infância sem dormir por dor. O médico chamava minha mãe atenção, que eu devia fazer dieta pra perca de peso. Esse problema do joelho logicamente só fez se agravar com o decorrer dos anos e com o aumento de peso gradativo. Desloquei a rótula do joelho umas três vezes. Detectou-se um exporão na rótula de um dos joelhos, mais até pra operar era necessário perder peso. Depois também foi descoberto princípio de artrose nos dois.

Ainda na adolescência, mais especificamente aos 17 anos, tive início de derrame, minha pressão subiu pra mais de 20. Lembro-me que estava na escola fazendo uma prova de física (também pudera a pressão não subir!), quando comecei a passar mal. Quando cheguei ao hospital com minha mãe fui internada imediatamente. Foi um drama, já não sentia metade do meu rosto, ficou adormecido.       Não estou morta, nem com o rosto deformado hoje, porque Deus existe mesmo.

Depois disso fui mesmo obrigada a fazer dieta, foi a primeira vez que fiz uma dieta de verdade, claro que desde pequena que médicos endocrinologistas (odeio todos até hoje..rs!) me mandavam tomar shaks (eu só tomava porque tinha sabor chocolate), e até fórmulas (nunca cheguei a tomá-las). Mais dessa vez não, fiz mesmo dieta, nada de remédios, e fui pra academia. Consegui emagrecer 26 quilos.

Alguns meses depois acabei como muitas história que ouvimos, engordando tudo novamente, e com mais alguns de bônus.

Não sei bem o que me fez tomar a decisão, mais sei que quando aconteceu não teve nada que me fizesse voltar atrás. Nem mesmo o medo de minha mãe me fez se quer repensar a minha decisão. Fora a ajuda decisiva de um amigo da família que com seu depoimento fez minha mãe ver que não era o fim da minha vida e sim a tentativa de um começo, também usei de uma fala que fez com que minha mãe não tivesse mais medo. Visto que seu medo era uma preocupação maternal (que costumam mesmo serem exageradas!), disse pra ela: “A senhora tem medo de que? Que eu morra na mesa de cirurgia? Pois é mais provável que eu morra aqui agora em sua frente. Eu sou uma bomba relógio, e posso explodir a qualquer momento”. Deu certo, a partir daí só tive o apoio incondicional, e não sei como seria sem ela, nas últimas fases então, se não fosse minha mãe por perto pra me apoiar e me dizer palavras de conforto e fé, sem dúvidas nada teria sido como foi.

No processo pré-cirúrgico, tudo correu de forma tranqüila, todos os exames e laudos até mesmo a perícia que é o grande medo, tudo de forma perfeita me mostrando que era mesmo pra ser. Com a cirurgia não foi diferente, também com o médico que Deus colocou no meu caminho, não havia como não ser, Dr. João Ettinger, esse é o nome do homem que me ajudou a mudar minha vida.

Dia 20 de outubro de 2009 completo um ano de operada, hoje após onze meses de cirurgia, já emagreci 49 Kg (até agora). Tenho vivido situações que sempre desejei. Estou realmente sendo feliz, vivenciando e deliciando cada nova conquista. Sei também que a luta não acabou, ela é contínua, ainda estou em processo de “metamorfose”. A cirurgia nos salva, mas não extermina a doença da obesidade, temos que estar alerta. Porque junto a cirurgia deve haver uma mudança de pensamento e modos alimentares.

Descobri o que é a vida, o que é realmente viver. Obesos não vivem, vegetam!

Poder escolher roupas e não ser escolhida, porque agora várias cabem. Poder entra em uma loja sem ter vergonha e sem o medo de ser humilhada por vendedoras cruéis. Poder cruzar as pernas. Ser chamada de gostosa (mesmo fazendo cara feia a gente adora, o EGO agradece). Não ter mais sossego na rua ao passar, porque os homens não deixam em paz, RS! Não ter só o meu rosto elogiado! Ter as calças caindo e poder ver ossos que nem sabia q tinha. Até osso nos pulsos eu já estou vendo.
Mais pra mim, o mais importante é finalmente estar em PAZ. Isso só esta vindo agora, finalmente estou realmente acreditando no meu potencial. Sinto-me verdadeiramente linda e capaz de tudo agora. Encontrei uma frase (e tatuei em meio corpo) que traduz perfeitamente o que me levou a cirurgia bariátrica, “…vontade de viver mais, em paz com o mundo e comigo!”

Agradeço a Deus, a minha mãe, Dr. João, e alguns amigos e familiares que estiveram presente não só na fase da cirurgia como em tantos outros momentos importantes da minha vida, bons e ruins. Graças a vocês sou hoje, e finalmente FELIZ!

Ilmara Cecília


Depoimento de Rita de Cássia Rebouças


domingo, 25 de outubro de 2009


Depois da cirurgia

Depois da cirurgia

Olá, meu nome é Rita de Cássia Rebouças tenho 39 anos, 1,70m. Antes da cirurgia pesava 115 quilos, hoje, nove meses depois, peso 69 quilos! Sabe qual minha maior dificuldade para escrever este depoimento? Achar uma foto do “Antes”, sabe porque? Nas fotos só aparecia minha cabeça, por ser alta me escondia atrás de alguém sempre, só aparecia a cabeça. O corpo? Sempre escondido: na praia, escondida na canga; na rua, escondido em roupas; nas fotos, escondida atrás de alguém! E assim fui vivendo: sempre escondida!

Quando você entra no Orkut de alguém que fez bariátrica o que você mais acha? Fotos, muitas fotos. Sabe porque? Cansamos de viver escondidos, cansamos de estar por trás. O que mais desejamos agora é aparecer, aparecer pra foto, aparecer pros amigos, aparecer pra vida.

Tudo mudou depois da cirurgia, de repente você tem prazer em se namorar horas num espelho, você pode comprar roupa, é bom ir a academia, de repente você é igual a todo mundo, ninguém mais te olha e diz: Mas você tem um rosto tão lindo! Você fica igual a todos.

Mas isso também é perigoso, por isso ressalto o quanto é importante o trabalho da equipe multidisciplinar, o quanto é importante o acompanhamento psicológico, temos que aprender a lidar com este novo corpo, com as mudanças que o físico sofre e que influenciam, e muito, a parte psicológica! É importante o acompanhamento nutricional, não se trata só de emagrecer, é emagrecer com qualidade, com tudo em ordem: mente e corpo!

Há alguns anos, quando alguém me falava de bariátrica eu imaginava: isso não é pra mim, sou apenas gordinha, não me via obesa. Há algumas semanas eu entrei em apenas uma perna de minha antiga calça ( era minha calça favorita!), levei um susto. Eu não tinha a real dimensão de como eu era, também eu não me via! Eu nunca olhava num espelho de corpo inteiro, na escada rolante do shopping eu olhava pra frente, jamais pro lado: ali tinha um espelho. Agora? Agora tudo mudou… Agora evito sim a escada rolante, pois eu posso subir os degraus sem chegar em cima ofegante, eu posso dançar bastante; não fico mais pingando suor; eu posso cruzar as pernas… Enfim: Agora eu posso!

Obrigada, Dr. João; obrigada, Priscila, por suas palavras sempre na hora certa; obrigada, Patrícia, pelo cuidado com que elabora minhas dietas; obrigada à minha família que sempre me apoiou. A Bahia Gastro é mais que uma clinica, é um lugar onde você faz amigos: sempre que vou lá conheço alguém na mesma situação, trocamos e-mails, telefones, saímos pra almoçar… Lá o ambiente é Humano, como deve ser, um lugar que lida com Gente!


Depoimento de Mbéne Waré


domingo, 25 de outubro de 2009


Depois da cirurgia

Depois da cirurgia

Olá, me chamo Mbéni Waré e tenho 25 anos. Quando fiz a cirurgia, há um ano e meio atrás eu pesava 106kg – com apenas 1,59 m  – e estava passando por um momento muito difícil da minha vida. Devido à um ferimento que apareceu nas minhas costas eu tive que trancar a faculdade e larguei emprego, a minha vida parou em função da minha saúde. Passei 2 anos indo de médico em médico, fazendo várias cirurgias para fechar este ferimento, que os médicos achavam ser um cisto,  sem obter resultados. Até que fui atendida por um cirurgião da equipe do São Rafael, o Dr. Elias Souza, fui submetida a mais uma cirurgia para retirar o tal cisto e fechar o ferimento e mais uma vez meu organismo não respondeu. Então, eu e Dr. Elias, começamos a conversar sobre uma perda de peso. Continuei com tratamento, mas como não podia fazer exercícios físicos e estava deprimida por conta da minha vida que tinha parado, eu só engordava mais e piorava o meu estado de saúde. Além deste cisto eu tinha também síndrome metabólica, pré-diabete, hipertensão, lesão no menisco e lesão de ligamento cruzado nos dois joelhos. Enfim, eu havia entrado em colapso, foi quando Dr. Elias me indicou o Dr. João Ettinger. Fiz a cirurgia no dia 12 de maio de 2008 e em 2 meses de cirurgia o meu ferimento fechou sem ser necessária nenhuma outra intervenção cirúrgica. Em menos de 1 ano, 48kg, devido a uma paranóia minha entrei numa onda de emagrecer ainda mais, mas já estou me recuperando graças ao acompanhamento da equipe multidisciplinar da BGC e ajuda da minha família.

Hoje eu peso 59kg, uso roupas tamanho 38 e P (as vezes até PP) e mantenho uma dieta normal, claro que como em menor quantidade e cuido para não ingerir muita gordura, açúcar e outros alimentos que possam me fazer voltar a recuperar peso. Tenho uma vida normal, como uma pessoa de 25 anos, o que eu não fazia antes. Agora saio com minhas amigas sem ter neurose de que as pessoas estão me olhando com olhar de censura por causa do meu peso. Não sofro mais na hora de escolher roupas, posso vestir o que eu quero e não o que cabia em mim e estou cada dia me achando mais bonita. Vou poder casar como sempre sonhei, num vestido de noiva sem me sentir “o bolo do casamento” , deixei de ser um ponto de referencia, deixei de ser “a gordinha”e agora sou “a morena”. Não tenho mais hipertensão, estou me preparando para fazer a cirurgia no meu joelho sem ter medo de estragar todo o procedimento por causa do meu peso,  já estou sendo encaminhada para o cirurgião plástico – o que está me animando mais ainda – e já uso salto sem morrer de dor nas pernas. Enfim, hoje me sinto como uma pessoa da minha idade e tenho coragem de fazer coisas que sempre tive vergonha por achar que “alguém do meu tamanho não poderia fazer”.

Sou muito grata a Dr. João e toda a equipe da Bahia Gastro por terem me devolvido a alegria de viver.

Mbéne Waré


Depoimento de Gustavo Moreira


quinta-feira, 1 de outubro de 2009


Depois da Cirurgia

Depois da Cirurgia

Eu Gustavo Moreira tenho 26 anos, 1.86M, pesava 189Kg, antes da cirurgia, hoje peso 89 Kg, eliminei 100 Kg com muito esforço, tenho 4 anos de operado e sempre vivo em constante dieta. Resolvi fazer a cirurgia por livre e espontânea vontade, pois não dava mais para viver com aquele peso todo, auto estima baixa, prejudicava minha profissão, passava descriminação pelas ruas.

Comecei a engordar com 11 anos de idade, e ninguém entendia nada, pois não tinha nenhum problema de distúrbio hormonal nem tendência, pois na minha família não tem ninguém com obesidade mórbida. Fiz todos os tipos de dietas, tomei formulas, fiz acupuntura, e nada resolvia, a vontade de comer muito e as férias sempre atrapalhava, foi quando começou afetar meu psicológico, a falta de vontade de sair de casa, de se esconder das pessoas começou atrapalhar minha vida social.

De repente uma amiga de minha mãe fez a cirurgia e vi o resultado, então sozinho tomei uma decisão de fazer a cirurgia, marquei consulta com um médico e não gostei dele, então me indicaram Dr. João, fiz a consulta e logo decidi que era com ele que iria operar, do dia da consulta para cirurgia durou apenas 1 mês e eu já estava operado, graças a Deus ocorreu tudo bem na cirurgia e segui todas as ordens do pós-operatório.

Com 2 meses de operado já estava freqüentando academia e emagreci absurdamente rápido, malhava 5 vezes por semana, 2 hs por dia, e a cada dia que passava o resultado surgia de forma satisfatória, com 9 meses consegui emagrecer tudo que era necessário, já estava abaixo de meu peso ideal, consegui emagrecer 100 Kg,  foi então que fiz abdominoplastia a única cirurgia reparadora que precisei fazer, pois a academia me ajudou bastante e hoje tenho 4 anos de operado e sempre mantenho o peso com dietas e academia. É difícil explicar a qualidade de vida que a cirurgia me proporcionou, auto estima sempre em alta, manequim de 69 para 44, ser paquerado, olhado pelas pessoas com outros olhos, escolher roupas em qualquer loja e não apenas comprar a que entrava em mim, RS…. sou cirurgião dentista e não tenho problema em sentar na cadeira que era pequena antes e me causava dor de coluna, pratico esportes radicais, freqüento todos os tipos de baladas, viajo com amigos.

Não sei se apenas se acontece comigo, mais não sinto nada de ruim depois da cirurgia, nunca passei mal, nunca tive dumping, hoje já me alimento como uma pessoa que não foi operada, não tenho restrição por nenhum alimento, mais acho que não sou exemplo pra ninguém. Hehehe porque a maioria das pessoas operadas que converso sempre reclamam de alguma coisa. Agradeço a Deus por isso que passei e a Dr João sempre, pois sou fã dele e ele sabe disso.

Gustavo Moreira


Depoimento de Elizabete Oliveira Ramos


terça-feira, 22 de setembro de 2009


Depois da Cirurgia

Depois da Cirurgia

Me chamo Elizabete Oliveira Ramos, tenho 29 anos, 1.68 de altura, meu peso antes da cirurgia era 148 kgs e atualmente são 82 kgs, do manequim 58 para o 46, XGG para M, 64 kgs eliminados, tudo isso em 1 ano e 3 meses de operada.

Desde a minha adolescência sofria com a obesidade, usei vários remédios, fórmulas, shakes, freqüentei vários endrocnologistas, nutricionistas e praticava musculação. Com o passar dos anos o peso aumentava e entrei no ritmo sanfona (engorda-emagrece) e com isso vieram os problemas de saúde como: artrose no tornozelo e joelhos, circulação, pressão alta e uma pequena atrofia no músculo do coração.

Fiz terapia com psicólogo e psicoterapeuta por vários anos e até cheguei a tomar remédio para depressão durante quase um ano.

Não gostava de sair de casa, minhas roupas eram feitas por costureiras, pois era muito difícil encontrar meu tamanho, não namorava, enfim, vivia  trancada no meu mundo.

Em 2005 uma luz surgiu quando meu endrocnologista me aconselhou a fazer a cirurgia bariátrica. Iniciou-se então uma grande jornada no meu convênio  e também na minha preparação pessoal até que em maio de 2008 abtive a autorização para fazer a cirurgia de redução de estômago.

Não era um sonho, era realidade. A decisão pela cirurgia é algo muito sério e que é necessário o apoio  da família , pois é uma mudança radical que sofremos tanto física como emocional. Foi então que no dia 4 de junho de 2008  aproximadamente as 14:00 renasci nas mãos do Dr. João Ettinger e sua equipe.Uma nova vida, é isso que vivo atualmente.

Hoje sou vista não só pelo rosto bonito que todo gordo tem,  mas sim pelo corpo que estou adquirindo.

Sento nas cadeiras sem medo de quebrá-las, passo pelas catracas dos ônibus sem medo de ficar entelada, cruzo minhas pernas, corro, danço, pulo, entro nas lojas e escolho as roupas que quero e é claro que tenho um namorado  que me ama por dentro e por fora.

A sensação  de estar  emagrecendo é maravilhosa, me olho no espelho  e com muita mais alegria e entusiasmo, mas  a disciplina e o acompanhamento de uma equipe é fundamental .

A cirurgia não é a solução definitiva da obesidade até porque podemos voltar a engordar, é sim uma porta maravilhosa que se abre dando oportunidade de se ter uma vida saudável e muito mais feliz.

Para todos aqueles que necessitam fazer a cirurgia, dou a maior força, sigam em frente e saiam do casulo para virarem uma linda borboleta assim como eu, voando cada dia mais alto.

Tudo acontece no tempo determinado por Deus, pois Ele sempre cumpre o que promete.

Elizabete Oliveira Ramos.


Depoimento de Vanúbia P. Mota


segunda-feira, 21 de setembro de 2009


Depois

Depois da cirurgia

Gostaria de agradecer a Deus por todos os momentos maravilhosos que tenho tido em minha vida.

Por todos os momentos felizes e porque não os tristes? Muitas coisas aprendi com eles, muitos valores guardei e muitas vitórias conquistei.
O que seriam de nossos momentos felizes se não existissem os tristes? Eles simplesmente não teriam significado algum. Seriam como sol sem chuva, dia sem noite, calor sem frio.
Alegria sem dor? Uma jamais teria sentido sem a outra. Os momentos de dor servem para reconhecermos nossos momentos alegres, nossas vitórias e conquistas e principalmente para agradecermos a Deus por eles.

E hoje agradeço a Deus  e o meu maior momento de alegria e minha grande conquista que foi conhecer você Dr. João Ettinger , grande profisional, e por ter feito minha vida mais feliz, obrigado por ter feito eu me sentir bem melhor e principalmente por ter aprendido que não podemos ter medo de lutar para ser feliz, devemos vencer nossos obstáculos pois Deus sempre está do nosso lado… obrigada, por me ter feito dizer obrigada e de tão agradecida eu sou obrigada a dizer:
Valeu!!! Valeuuu você e toda a Equipe da Bahia Gastro…

Que Deus continue sempre iluminando sua vida…sucesso para você sempreeeee você merecee….
SUPER BEIJOSS…
COM CARINHO…
VANÚBIA P. MOTA


Depoimento de Sueli Queiroz


quinta-feira, 6 de agosto de 2009


Sueli Queiroz - Depois da cirurgia

Depois da cirurgia

Me chamo Sueli Queiroz, tenho 38 anos, fiz a cirurgia bariátrica a 12 meses, perdi 43 kg .

Antes da cirurgia eu tinha forte tendência à depressão, desanimada, sempre me escondendo das pessoas e de seus comentários maldosos, me anulando muito, com problemas de saúde, mas confiante na mudança, e essa perspectiva de mudança me levou a fazer a cirurgia. Eu não me identificava com aquele corpo, me assustava ao ver fotos, ao me olhar no espelho, era um choque na hora das compras. Daí vieram as doenças, enxaquecas constantes, desânimo, hipertensão, hérnia cervical e lombar, enfim. Em um ano fiquei duas vezes internada com crise de coluna, e a necessidade vinha associada à dificuldade em perder peso, já não tinha mais a facilidade de antes.

Quem opta pela cirurgia, opta por enormes mudanças internas e externas também, a princípio fiz alguns questionamentos a mim mesma, mas como eu estava certa da minha decisão, superei rapidinho essa fase. O que me preocupava era manter a dieta, será que conseguiria?

A maneira de pensar também precisava sofrer transformação. Eu sabia que precisava mudar meus hábitos, o meu estomago estava reduzido e não haveria espaço para tudo aquilo que eu sentisse vontade de comer, hoje escolho o que merece entrar no meu corpo, estas mudanças estavam diretamente relacionadas ao sucesso da cirurgia.

A sensação de estar emagrecendo é indescritível, era a realização de um sonho, sei que é necessária muita disciplina e respeito as orientações dos especialistas, porque sem esses cuidados posso até mesmo voltar a engordar.

O que desenvolve a obesidade é uma compulsão por comida, a preocupação é que essa compulsão não seja transferida para álcool, drogas, compras. O acompanhamento psicológico tem sido fundamental na minha adaptação.

Interessante que hoje vejo o meu corpo como meu mesmo, me identifico muito mais com esse corpo magro, sinto que as coisas estão se organizando.

Estou muito satisfeita, o resultado positivo tenho conquistado dia após dia.

Antes as roupas me escolhiam, hoje já posso escolher o que quero vestir. Tive alta do cardiologista, não tomo mais remédios diários para pressão, as dores na coluna desapareceram, o meu dia é mais produtivo e a minha estima está em alta.

A cirurgia pra mim não foi um milagre, foi um recomeço e está sendo encarado como um projeto de vida.

Sueli Queiroz


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