Cirurgia da Obesidade (Bariátrica) | 71 3505-3350 / 8802-3774

Novidades


Dr. João Ettinger institui o MAGNUS PRAEMIUM do Capítulo da Bahia do Colégio Brasileiro de Cirurgiões


domingo, 4 de março de 2012


A posse da nova diretoria do Capítulo da Bahia do Colégio Brasileiro de Cirurgiões ocorreu no dia 01 de março de 2012.
Durante o evento foi instituido o MAGNUS PRAEMIUM Prof. Antonio Jesuíno dos Santos Netto, o seu filho TCBC Paulo Jesuíno recebeu das mãos do mestre do capítulo TCBC João Ettinger, a placa e certificado da criação do prêmio

Veja o Vídeo


Entrevista com Dr. João Ettinger na TV Aratú – Cirurgia bariátrica cura até 90% dos obesos com diabetes tipo II.


terça-feira, 16 de novembro de 2010


Nesta matéria a médica pediatra Fernanda, que foi operada pelo Dr. João relata a cura do diabetes tipo II, obtida após a realização da cirurgia bariátrica, também fala dos benefícios obtidos com a operação e da melhora na qualidade de vida e auto-estima. O Dr. Ettinger explica o mecanismo de funcionamento da cirurgia bariátrica na cura do diabetes.

Acompanhe a matéria:

http://www.aratuonline.com.br/videos/6188,cirurgia-bariatrica-e-destaque-no-dia-mundial-contra-o-diabetes.html


Dr. João Ettinger participa de reportagem na TV Globo


quarta-feira, 13 de outubro de 2010


O Dr. João Ettinger participa de reportagem na TV Globo(Rede Bahia) em 10/10/10 no Rede Bahia Revista, falando sobre cirurgia bariátrica, com mãe e filha que foram operadas por ele.
Clique no link e veja a reportagem completa.

http://ibahia.globo.com/redebahiarevista/RBR_pop_video.asp?video=rbr_1010_01.wmv&ext.asx


Dr. João Ettinger é empossado Presidente do Colégio Brasileiro de Cirurgiões – BA


quarta-feira, 6 de outubro de 2010


Foi realizada no dia 4 de março, deste ano, na Associação Baiana de Medicina a Cerimônia de Posse do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC) – Capítulo Bahia. O Presidente Nacional do CBC Gaspar Lopes participou da cerimônia de posse da nova diretoria juntamente com Raimundo Nonato, que na ocasião passou o cargo de presidente do CBC – BA posto mais alto do Colégio – para o Prof. Dr. João Eduardo Marques Tavares de Menezes Ettinger.

Na ocasião, Dr. João Ettinger falou sobre as metas e os objetivos da nova diretoria e aproveitou o momento para prestar homenagens aos professores Augusto Teixeira, Celso Figueroa e Fernando Didier, dando os seus nomes aos prêmios de melhores trabalhos científicos sobre Cirurgia de Urgência, Cirurgia Experimental e Cirurgia do Aparelho Digestivo.


Depoimento de Rosimeire Alvarenga


sábado, 26 de junho de 2010


depois

Depois da cirurgia

Meu nome é Rosimeire Alvarenga, tenho 45 anos, 1.67 de altura. Tenho 1 ano e 6 meses de operada e eliminei 42.800 kg (pesava 98.800kgs) e atualmente meu peso é 56.00kgs.

Bem, até eu chegar ao meu objetivo, passei por uma fase bem difícil na minha vida, pois eu nao aceitava o meu peso. Sempre fui magra… eu já não me olhava mais no espelho, pois eu me achava feia, gorda, sem ânimo, etc…
Como minhas amigas já citaram em seus depoimentos; o gordo é rotulado com vários adjetivos, e eu, nao fui nenhuma excessão (infelizmente).

Antes de procurar uma saída para o meu problema, (gastroplastia) fui a vários endocrinologistas, procurando a “fórmula milagrosa” que iria resolver meu problema (assim pensava eu), mas, engordava tudo novamente e meu desespero aumentava…

Em Março de 2007, meu filho foi operado de apendicite por Dr. João Ettinger, que após a cirurgia, me entregou seu cartão, caso Renan precisasse de alguma coisa. Cheguei em casa e não contive a alegria em ler no cartão: “cirurgia da obesidade”. Levei 01 ano com esse cartão em minhas mãos… Em 30 de março de 2008 eu tomei minha decisão e enviei um e-mail para Dr. João falando tudo que eu tinha:  hérnia discal,espondilose na cervical, peso elevado, colesterol alto, etc. ..e ele me pediu que eu fosse na Bahia Gastro Center, para que ele pudesse fazer uma avaliação e marcou para o dia 1° de Abril.

Compareci à consulta e logo em seguida, ele me encaminhou para equipe multidisciplinar para que eu começasse com processo  pré operatórios. Cito aqui, que é fundamental passarmos por essa equipe (nutricionista, psicóloga, terapeuta, etc…) tanto antes, como pós cirurgia pois é necessário termos essa consciência, para que nosso sucesso em relação a cirurgia seja garantido. Hoje eu posso dizer que minha cirurgia foi um sucesso. Antes eu tinha a maior dificuldade ao entrar numa loja e achar meu manequim (50 a 52).Sempre saía arrasada,por não encontrar o tamanho ideal p/mim. Hoje eu entro na loja que quero, pois o meu manequim passou a ser 36 ou 38. Hoje faço do meu sonho ,uma realidade! Se antes eu  recusava me olhar no espelho, hoje me olho muitas vezes ao dia e me sinto feliz. Hoje eu posso fazer tudo que sempre quis. Hoje eu posso tudo!Acabaram as crises de choro,ansiedade,enfim,tudo que me fazia mal….hoje sou uma pessoa mais ativa,alegre super de bem com a vida!!!

Tenho consciência que é preciso me cuidar, tomar todas as vitaminas, fazer atividade física, fazer sempre uma visitinha ao Dr João..rsrs…(p/saber se tudo está realmente bem comigo)etc. pois como foi dito pelo Dr. João: “ a cirurgia não é a solução com a balança, e sim, a ajuda que nos é oferecida”… Depois da cirurgia, cabe a nós, a responsabilidade e o esforço para mantermos o peso que conquistamos. A luta ainda continua…

Obrigada Dr. João, por ter me trazido de volta a vida!P/sempre irei me lembrar de ti,em um dos  momentos mais  importantes de minha vida….Você e sua equipe me fizeram renascer…hoje sou uma pessoa muito mais feliz!
Obrigada Priscilla, Patrícia, sempre tão cuidadosas com o nosso bem estar.

Às meninas da recepção, sempre tão atenciosas e também a Cristina, uma pessoa que aprendi a admirar, pela forma como trata todos que pela Bahia Gastro passam, sem fazer diferença com qualquer classe social a que pertençam.

Meu muito obrigado e que Deus os abençoe hoje e sempre.

Com carinho:Rosimeire Alvarenga.


Barriga de chope significa risco para o coração


segunda-feira, 15 de junho de 2009


Aquela barriga de chope, cultivada há anos nas mesas dos bares com os amigos, pode significar algo muito ruim para o seu coração. E não estamos falando do coração no sentido da paixão por aquela gata que não te dá bola – e que toda vez que você conversa percebe que os olhos dela miram mais as suas, digamos, saliências abdominais do que os olhos. Um belo barrigão pode te colocar no grupo de risco das doenças cardíacas, a principal causa de morte no mundo.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, cerca de 27% das mortes de homens ocorridas no mundo em 2004 – ano base da última análise da OMS – foram causadas por algum tipo de doença cardíaca.

O médico Luiz Antônio Machado César, vice-presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, explica que o acúmulo de gordura na região do abdome modifica as lipoproteínas, ocasionando um aumento do chamado colesterol ruim (LDL) no organismo. “Este fator, entre outros, desencadeia a aterosclerose, que influencia no desenvolvimento de doenças cardíacas”.

Segundo ele, a saliência abdominal é o único indicador visual de que uma pessoa pode desenvolver alguma doença cardíaca. “Homens com cintura maior que 90 centímetros estão no grupo de risco dos potenciais pacientes cardíacos. Além disso, o aumento da pressão arterial, além de alguns hábitos como o fumo e o sedentarismo, colocam as pessoas neste grupo”.

Obesidade

Considerado o mal do século, a obesidade afeta aproximadamente 13% dos adultos brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde. “Historicamente, observamos uma mudança no padrão de peso corpóreo do brasileiro muito acentuado e rápido. Diagnosticar este excesso de peso é importante para prevenir doenças crônicas, tais como as cardiovasculares”, afirma a coordenadora geral de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta.

O problema fez com que a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) lançasse uma campanha nacional de prevenção, com o objetivo de orientar a população sobre a relação entre o aumento da circunferência abdominal e o risco cardiometabólico. Segundo a entidade, doenças como o infarto e o derrame cerebral se tornarão as principais causas de mortes no mundo em 2010.

A obesidade abdominal, o colesterol ruim (LDL), os altos índices de triglicérides, a glicemia elevada, a pressão arterial alta, o sedentarismo e o fumo são fatores de risco cardiometabólico. Segundo o médico Luiz Antônio Machado, quem possui pelo menos dois desses fatores tem a chamada síndrome metabólica, uma doença que está associada ao estilo de vida moderno e que pode levar ao desenvolvimento das doenças cardiovasculares.

“Para a prevenção é necessário fazer atividades físicas, comer mais frutas e legumes – em vez de comidas gordurosas, ao estilo fast food – e cultivar bons hábitos. Porém, sabemos que isto é tudo o que uma pessoa não costuma fazer, principalmente nos grandes centros”, afirma.

Atualmente, alguns especialistas já consideram a obesidade abdominal um indicador de risco cardiovascular ainda mais preciso do que o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), que é comumente usado. Assim, saber o tamanho da barriga serve como alerta e ajuda na prevenção.

Medição

Para medir a circunferência abdominal, é simples: tire a camisa e afrouxe o cinto. Posicione a fita métrica entre a borda inferior das costelas e a borda superior do osso do quadril, relaxe o abdome e expire no momento de medir. Registre a medida e descubra qual é o seu risco.

Um homem com circunferência abdominal maior do que 90 centímetros possui mais riscos de sofrer infarto do miocárdio do que aqueles que estão abaixo dessa medida. Para as mulheres, o ideal é que a medida fique abaixo dos 80 centímetros.

Se você se enquadra no perfil, é melhor procurar logo um médico para que o tamanho da sua barriga não atrapalhe as batidas de seu coração.


Estudo do IBGE revela aumento da obesidade infantil


segunda-feira, 15 de junho de 2009


Uma pesquisa recém-divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que, em apenas 30 anos, o número de crianças e adolescentes do sexo masculino acima do peso no País subiu de 4% para 18%. Entre as meninas, o salto foi de 7,5% para 15,5%. A obesidade, já encarada em todo o mundo como epidemia, atinge 6 milhões de jovens brasileiros.

A razão desse descontrole na balança das crianças está muito além da gula. A principal raiz do problema são os próprios pais, embora dificilmente se dêem conta disso. Características como o gasto de energia, a velocidade do metabolismo e a formação de determinadas proteínas no organismo passam de geração para geração e interferem no acúmulo de gordura no corpo.

Mas a herança genética tem papel pequeno quando comparado com a forma como os filhos são criados. Se os pais são sedentários, dificilmente exigirão que as crianças façam exercício. Se comem mal, os pequenos terão o mesmo hábito.

Misturando fatores genéticos e de criação, os cientistas chegaram a duas probabilidades preocupantes: ter o pai ou a mãe acima do peso significa até 50% de risco de o filho ficar gordo; e, se o pai e a mãe forem obesos, a chance é de até 90%. “São raras as vezes em que a criança fica obesa em conseqüência de alguma doença. Em 95% dos casos, a causa é a mesma: o sedentarismo e a alimentação”, afirma a pediatra Lilian Gonçalves Zaboto, coordenadora do Departamento de Obesidade Infantil da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso).

Além de diminuir gorduras e açúcares e aumentar frutas e verduras, pai e mãe precisam ficar atentos ao quanto obrigam os filhos a comer. A mania de exigir que o filho não deixe no prato nem um grão sequer de arroz deve ser abandonada. “Comer é um ato instintivo. A criança sabe seu limite. E comer pouco não significa que ela gosta menos da mãe”, diz Fábio Ancona Lopez, professor de Nutrologia Pediátrica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Outro erro é tentar compensar a ausência – por causa do trabalho – com chocolate ou batata frita. “A compensação ocorre dessa forma porque o alimento proporciona uma satisfação imediata”, explica a psicóloga Patrícia Vieira Spada, autora de um trabalho de mestrado a respeito da substituição, feita pela mãe, do afeto pela comida.

O excesso de peso por si só é uma doença e provoca uma série de outros problemas de saúde. Quem está acima do peso, independentemente da idade, terá problemas ortopédicos, respiratórios, cardíacos e gastrointestinais. Derrames, enfartes e problemas no colesterol estão se manifestando em pessoas cada vez mais jovens. E doenças crônicas como a diabete 2 e a hipertensão já estão afetando adolescentes e crianças.

Os pais normalmente demoram a perceber que o filho está fora do peso ideal. Isso geralmente ocorre quando a criança começa a ganhar apelidos desagradáveis na escola – além da saúde física, a obesidade pode deixar seqüelas psicológicas.

Muitos pais acreditam que o filho vai emagrecer quando chegar à pré- adolescência e ganhar altura. “A obesidade não é um problema que se resolve sozinho”, explica o pediatra Lopez, professor da Unifesp. “Sabemos hoje que o jovem que chega à puberdade obeso tem 80% de chance de se tornar um adulto obeso”, acrescenta o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, professor da Unifesp e da Universidade São Marcos.

Assim como podem ser culpados pela obesidade dos filhos, os pais e as mães também têm um papel importante no tratamento para perder peso. De acordo com especialistas, é impossível que a criança comece a comer melhor e deixe de ser sedentária se toda a família também não mudar seus hábitos. Ela não vai se sentir motivada a tomar suco no almoço se todos os demais à mesa estiverem tomando refrigerante, por exemplo.

Fisberg lembra que prevenir é mais fácil que tratar. “Pequenas mudanças de hábitos são sempre mais fácies que grandes mudanças. Quanto mais grave a situação, mais difícil é o tratamento.”


Obesidade infantil causa doença cardíaca


segunda-feira, 15 de junho de 2009


Crianças de 14 anos de idade, com obesidade, já apresentam algum grau de endurecimento das artérias, um indicador precoce para o risco de doença cardíaca.

Estes achados vêm de um estudo alemão, publicado na revista Journal of the American College of Cardiology, que incluiu 96 meninos e meninas com obesidade. As crianças tinham idades entre 11 e 16 anos (média de 14 anos), e não chegavam a ter 30 minutos de atividade física por semana.

Comparadas com 35 crianças de peso normal, as crianças obesas mostraram sinais de advertência alarmantes. Dramaticamente, as suas artérias já apresentavam algum grau de rigidez e diminuição de seu calibre.

Na pesquisa, foram designadas 50 das crianças obesas para um programa de exercícios, com 6 meses de duração. Os exercícios incluíram caminhadas, natação, aeróbica e hidroginástica.

Somente 2/3 destas crianças conseguiram permanecer no programa de exercícios. O resultado positivo foi visto pelo ultrassom, mostrando uma melhora da flexibilidade das artérias e uma diminuição da espessura de sua camada interna, indicando uma reversão do quadro.


Obesidade pode ter efeito negativo na memória, diz estudo.


segunda-feira, 15 de junho de 2009


Obesidade e memória não combinam. É o que afirma um estudo de pesquisadores franceses, que comparou o desempenho intelectual de pessoas com excesso de peso e peso normal na última edição da revista científica “Neurology”.

Alguns estudos já sugeriam uma ligação entre obesidade e demência senil, geralmente quando esses problemas estão em estado avançado.

Agora, os pesquisadores observaram uma relação linear entre o excesso de peso e algumas capacidades cognitivas num estágio mais precoce, numa população adulta de meia idade e em boas condições de saúde.

Eles analisaram o índice de massa corporal (IMC) e o desempenho intelectual em testes de memória, atenção e velocidade de tratamento das informações numa população de 2.223 homens e mulheres de 32 a 62 anos, com boa saúde. A coleta dos dados ocorreu entre 1996 e 2001 como parte do estudo Visat (envelhecimento, saúde, trabalho).

O IMC é considerado “normal” quando oscila entre 18,5 e 25, e revela obesidade quando fica acima de 30.
No conjunto dos testes, as performances das pessoas com índice de massa corporal elevado foram inferiores às dos indivíduos com IMC baixo. Durante o teste de memória, por exemplo, as pessoas cujo IMC era igual a 20 retinham em média 9 palavras num total de 16, enquanto aquelas cujo IMC era igual a 30 só se lembravam de 7 palavras. Além disso, o excesso de peso ou a obesidade (IMC elevados) pareciam estar associados a uma leve diminuição da memória em 5 anos.

A associação entre obesidade (IMC) e habilidades intelectuais “poderiam ser explicadas pela ação de substâncias secretadas pelas células adiposas sobre o tecido neuronal ou pelas conseqüências vasculares da obesidade, já verificadas em algumas demências”, segundo os pesquisadores. Mas eles avaliam que esses resultados devem ser interpretados com “prudência” e verificados a longo prazo.
Esses “trabalhos permitem vislumbrar a possibilidade de prevenir o envelhecimento mental ao agir precocemente sobre diferentes fatores de desregulação do comportamento alimentar e do metabolismo”.


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